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Com ênfase nos nossos mercados alvos atuais e
potenciais, deverão ser implementados pelo Programa
um acompanhamento de análises sistemáticas
de mercados tradicionais, novos mercados em potencial
e “nichos” importantes, de forma que identifiquem:
- As tendências do
mercado, isto é, preferências, variáveis,
flutuações de preço, novas
formas de apresentação e embalagem,
as condicionantes e nova dinâmica da comercialização
internacional de vendas.
- Como o Brasil deverá
se reestruturar para enfrentar mudanças e
novas tendências.
- O que deverá ser
esperado do Brasil, nas várias categorias
de frutas, sob os aspectos comercias, técnicos
e promocionais.
- Análise dos principais
competidores e seus pontos fortes e fracos
- Uma visão de interação
dos atuais parceiros ao longo da cadeia de fruticultura
internacional e possíveis novas alianças
e parcerias
- Análise profunda
do perfil e novos objetivos dos importadores atacadistas
e sistemas de varejo, para identificar oportunidades
- Aproveitando a presença
em feiras e eventos internacionais de missões
empresariais, deverão ser observadas e analisadas
as técnicas metodológicas e matérias
promocionais utilizadas pelos concorrentes.
- Da mesma forma, deverá
ser instituída pelo IBRAF uma busca sistemática,
junto aos órgãos de difusão
da fruticultura, principalmente nas revistas e periódicos
internacionais especializados, das estratégias
e ações promocionais colocadas em
praticas pelos concorrentes.
- Junto aos novos mercados
almejados para as nossas exportações
deveremos, nas nossas ações de prospecção,
considerar as práticas promocionais utilizadas.
- Para novas variedades
de frutas a serem incluídas no Programa de
Promoção deverão ser pesquisadas
e analisadas as ações dos concorrentes
nos vários mercados-alvo para as frutas em
referência.
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