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| Informativo Nº 24 - Ano 4 - 2003 |
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| Edição
Nº 24 - Ano 4 - Agosto 2003 | |
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Esta edição do Informativo On
Line conta com a participação da AGAPOMI - Associação Gaúcha
dos Produtores de Maçã que também é associada ao IBRAF. Apesar
da safra de maçã já ter terminado, vale a pena observar o que
acontece nesse organizado setor. Dê olho também no acesso a
novos mercados o IBRAF tem intensificado o contato com o
Oriente Médio e, inclusive já estamos realizando uma visita de
prospecção que se iniciou em setembro. É isso aí, temos que
sair na frente, mas munidos de muita
informação! Bioterrorismo esse é outro tema importante e
com certeza, este assunto não será abordado somente nesta
edição. Não se esqueça de olhar a Seção Eventos em nosso
site e fique por dentro do que acontece no setor. Boa
Leitura! |
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Maçãs: Do Paraíso
ao
Mercado | Exportar
maçãs é preciso
Com a área de pomares de maçãs existentes hoje no Brasil (
aproximadamente 32.000 ha) , o que nos dá um potencial produtivo
normal de quase 1.100 mil toneladas , uma capacidade frigorífica
instalada de 520 mil toneladas e, um potencial de consumo de maçãs
in natura normal que não ultrapassa as 650 mil toneladas, é
economicamente impossível sobreviver sem um crescimento sistemático
no mercado mundial de maçãs. A média brasileira de exportações de
2000 a 2003 é de 59.213 toneladas/ano , representando um crescimento
de 158% em relação a média da última década do milênio anterior,
porém no comércio mundial total continuamos tendo uma baixa
representatividade.
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Somos um país muito jovem nessa atividade
e as primeiras experiências no mercado mundial de exportação
iniciaram em 1986.Até meados dos anos oitenta, o Brasil era um
tradicional importador de maçãs, despendendo um valor
significativo de divisas. Paulatinamente, está havendo uma
maior procura pelas maçãs brasileiras, que por sua vez, tem um
diferencial qualitativo, chamado, SABOR. Porém, a cada ano
as exigências dos importadores aumentam em relação aos países
exportadores .Hoje, com o mercado mais livre e , com o
protecionismo via altos subsídios agrícolas, praticados ,
principalmente , pelos Estadunidenses e União Européia , sendo
combatidos pelos menos favorecidos, a cada ano surgem novas
exigências de qualificações, que podem ser consideradas como
novas barreiras não tarifárias, tais como: ISO 9000 /
ISO 14000 / HACCP ou APPCC / EUREPGAP / NATURES CHOICE / BRC /
AS 8000. Recentemente a União Européia lançou a nova
diretiva de MRL'S para unificar todos os países membros aos
princípios de produção, retirando 465 fitofármacos existentes
e, em alguns casos abaixou os níveis de resíduos aceitos para
níveis mínimos de detecção. Esta decisão da U.E realmente
causa um grande problema á FRUTICULTURA BRASILEIRA, pois as
moléculas modernas ainda não têm registro no Brasil e, além
disso , os registros de novos produtos são extremamente
demorados, por isso, já foi solicitada uma agilidade maior dos
órgãos governamentais quanto ao registro das novas moléculas
e, se for o caso , uso do registro emergencial , sob pena de,
em médio prazo , um setor que gera 46.000 empregos diretos não
ter mais condições de exportar maçãs. Ademar José
Kurmann Vice-Presidente da
ABPM |
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MERCANOTAS Garantia de bons
negócios! |
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BIOTERRORISMO: AMEAÇA
ou OPORTUNIDADE ?
O IBRAF, representado pelo seu
Trainee em Agronomia - Sr. Rada Saleh esteve participando do
seminário sobre Bioterrorismo , promovido pela
FIESP/CIESP,com o intuito de acompanhar atentamente as mais
recentes medidas adotadas contra o terrorismo, pelos Estados
Unidos.Segue abaixo,a transcrição do assunto abordado durante
a reunião: Medidas adotadas pelos Estados Unidos, como o
Bioterrorism Act (Ato Bioterrorista), lei que entra em
vigor a partir do dia 12 de dezembro de 2003, afetarão não só
as exportações brasileiras, mas as de todo o mundo,
interferindo nas formas de inspeção e embarque de mercadorias
e , consequentemente, restringindo o acesso ao mercado
Estadunidense.
Os exportadores brasileiros têm a
necessidade de se adaptarem rapidamente ao novo sistema que
está sendo implantado pelos estadunidenses para
controle de suas importações, sob pena de termos uma
quebra no fluxo de nossas exportações para aquele país,
que são da ordem de 26% do total comercializado pelo Brasil no
exterior.
O Secretário de Comércio Exterior do
Ministério do Planejamento, Indústria e Comércio, Mário
Mugnaini Júnior, disse que várias providências de ordem
burocrática devem ser providenciadas com urgência, como
alterações de rotulagem, nomenclatura e a
necessidade de novos registros nos órgãos dos Estados Unidos e
do Brasil. "Um produto alimentar terá que ter suas alterações
registradas também no nosso Ministério da Agricultura, um
medicamento no nosso Ministério da Saúde, enfim, haverá um
congestionamento de registros até
dezembro”,aproximadamente 20.000 por dia. Kenneth Wiegel,
advogado da Alston&Bird LLP, de Washington, falou sobre os
termos do Bioterrorism Act, ressalvando, porém, que seu
detalhamento só será divulgado no início de outubro. "Tudo o
que estamos falando hoje pode mudar na segunda-feira." As
mudanças nas regras de importação nos Estados Unidos começarão
com a necessidade dos exportadores brasileiros de produtos
alimentares, sejam para consumo humano ou animal, os
registrarem no FDA (Food and Drug Administration), bem como a
sua empresa, até 12 de dezembro. "Eles querem saber o que está
sendo enviado para lá antes que chegue aos seus portos e, se
houver qualquer inadequação nesse comunicado a mercadoria
ficará retida, com os custos de armazenagem pagos pelo
exportador.”
Wiegel afirmou que a nova lei "é uma
complicação do que antes já existia, exigindo análises
laboratoriais (Físicas, Químicas, Bioquímicas e
Microbiológicas) dos produtos e suas embalagens, detalhamento
do seu conteúdo, e informações sobre os responsáveis por eles,
caso seja preciso rastreá-los". O advogado Timothy Perry, da
filial de Atlanta do mesmo escritório, informou que o programa
de voluntariado C-TPAT, objetiva evitar o uso de
contâiners para contrabando de armas de destruição em massa, e
se aplica a todo tipo de produto importado pelos Estados
Unidos.Segundo Perry, mais de 3000(três mil) importadores
americanos já participam do programa. "As empresas
estrangeiras fornecedoras desses importadores passam a ser
fiscalizadas por agentes norte-americanos que examinam as
cargas antes do embarque". É possível que no futuro esse
movimento também seja legalizado.
Olho
Vivo: Segundo altos funcionários do Governo
Estadunidense, discutir o Bioterrorism Act (Ato
Bioterrorista), que entrará em vigor em dezembro próximo, é
mais importante para o Brasil que a própria ALCA (Área
de livre comércio das Américas), já que esta nova lei irá
regulamentar e abranger todas as importações
Estadunidenses. O IBRAF, através de sua Central
de Serviços de Exportação, continuará atento às discussões
sobre o assunto,dada a importância do mesmo para o êxito dos
nossos exportadores e, em meados de outubro
divulgaremos o detalhamento da Lei de
Bioterrorismo.
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| FLASH! Fique por dentro do
que acontece no setor ! |
Rodada de Negócios com
empresários Árabes
Aconteceu no dia 04/09/03, no
IBRAF (INSTITUTO BRASILEIRO DE FRUTAS), um
encontro entre empresários Árabes da ALABNA
Co. e representantes de algumas das principais
empresas agro-exportadoras do Brasil, o
qual, contou também com a presença e colaboração do
Sr. William Atui, vice-presidente da Câmara de
Comércio Brasil-Líbano. Durante a reunião, o Sr.
Jean Paul Gayet, um dos diretores do IBRAF,
fez uma apresentação para os empresários Árabes e
Brasileiros, das principais iniciativas do
INSTITUTO BRASILEIRO DE FRUTAS no sentido de
diagnosticar e minimizar os principais entraves de
acesso do Brasil ao mercado Árabe. Após
a apresentação, os empresários Árabes,
fundamentados pelos estudos do IBRAF, através de
sua Central de Serviços de Exportação e, também
por suas próprias experiências em comércio exterior,
concluiram, que se faz necessário um investimento na
área de logística de transportes, no
sentido de otimizar o escoamento de frutas direto
para o Oriente Médio, bem como, por sugestão do
Sr. Jean Paul Gayet, a criação de um setor, no
IBRAF, voltado especificamente para promover a
abertura do mercado Árabe às exportações de
frutas
Brasileiras. |
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EM
ALTA: As exportações de frutas frescas do 1º
semestre fecharam com um crescimento de 37% em volume e
44% em valor, se comparadas com o mesmo período de 2002.
Confira nossa análise na próxima edição do
Informativo.
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NOVO ASSOCIADO
IBRAF
Nossas boas vindas às
empresas:
- DE MARCHI IND. E COM DE FRUTAS
LTDA
- DOVEX IMP. E EXP.
LTDA
- AGROPAR LTDA
- UNIVERSUS AGRÍCOLA COM. IMP. E
EXP. LTDA
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LIVRO FRUTAS NO
BRASIL
Obra de excelente qualidade
editorial e gráfica, este livro é de autoria do
jornalista Silvestre Silva, nascido em Minas
Gerais e repórter fotográfico há 28
anos.
Ao longo destes 18 anos
difundiu em fotos no país e no exterior, o seu
incansável trabalho de documentação da flora
brasileira, ilustrando e/ou sendo personagem de
inúmeras reportagens publicadas ou exibidas em
revistas jornais e televisão. Como resultado
acumulado do seu trabalho, possui hoje devidamente
catalogado um acervo raro de imagens de espécies e
ambientes da flora brasileira. Murumuru,
camu-camu, chichá, feijoa, guabiju são alguns dos
nomes das frutas raras mostradas em Frutas no
Brasil.
Frutas no Brasil convida o
leitor a viajar por um país de pomar riquíssimo
que nossos avós já contavam como lenda. Uma obra
para pesquisar e guardar como um dos bens mais
valiosos do nosso país. 230 páginas R$
120,00 (frete incluso para todo o
Brasil)
Condições especiais para
compras acima de 05 exemplares E D I C A S E
Fone/Fax: (11) 3833-0192 ou (11)
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