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| Informativo - Nº 28 - Ano
5 - Janeiro 2004 |
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| Edição
Nº 28 - Ano 5 - Janeiro 2004 | |
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Estamos de malas prontas para
Fruit Logistica e no Pavilhão teremos 18
produtores/exportadores! Essa foi uma grande vitória e
esperamos na próxima edição trazer notícias fresquinhas da
Alemanha e do Mercado Europeu. Por isso, já estamos de olho
nos novos países que serão integrados a Comunidade
Européia. O primeiro Mercanotas desse Ano traz o fechamento
positivo da Balança Comercial de Frutas Frescas que se mantém
superavitária pelo 5º ano consecutivo. Fiquem de olho nas
Notícias do setor e não deixem de enviar seus
comentários. Boa Leitura! |
Novas
Oportunidades para o Agribusiness da Fruta Brasileira
A
União Européia caminha para uma nova ampliação. Em primeiro de maio
deste ano 10 novos países serão integrados a comunidade. Esta
integração representa um acréscimo de 75 milhões de habitantes. Em
poucas palavras, potenciais consumidores abrindo grandes
oportunidades para o mercado de frutas. A maioria dos novos
países são ex-membros do mundo soviético, condenados ao exílio do
mercado internacional capitalista. Neste período frutas tropicais
eram uma raridade fornecidas por Cuba ou Vietnã, duas nações
tropicais aliadas de Moscou. Desde a queda do muro de Berlim em
1989 e subseqüente queda da URSS em 1991 a região passa por grandes
mudanças. Estas repúblicas entraram num processo de transformação e
adaptação à economia de mercado. Subitamente, atraindo a atenção de
companhias ocidentais interessadas em obter enormes lucros neste
mercado virgem. Em muitos destes países frutas tropicais são uma
novidade, introduzidas inicialmente há menos de duas décadas. A mais
“popular”, a banana, atualmente é encontrada em muitas capitais dos
países candidatos como Praga, Varsóvia ou Riga. Um dos
principais agentes responsáveis pelo desenvolvimento deste mercado
tem sido os supermercados. |
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Na Polônia, internacionais, como o Tesco, o Carrefour e
Aucham investem pesado para conquistar os novos consumidores.
A rede britânica de hipermercados Tesco, por exemplo, é a
maior com 37 lojas no território polonês, expõe em suas
prateleiras Bananas, Laranjas, Uvas, Melões, e em alguns casos
até mesmo mangas, papaias e limas tipicamente importadas do
Brasil. Nos próximos anos a tendência de crescimento
econômico nesta região é grande, a exemplo do ocorrido na
Espanha, Portugal e Grécia. Isso refletira no aumento da
qualidade de vida, padrões de saúde e hábitos alimentares a
partir de uma maior oportunidade de escolha. Todos estes
fatores somados são bons indicadores de um aumento do consumo
per capita de frutas tropicais. A República Tcheca é um bom
exemplo do que está por vir. Em 2002 os tchecos consumiram
73,5 Kg per capita/ano não muito distante da média da UE- de
100 kg/per capita/ ano. O consumo de frutas subtropicais e
tropicais quase que dobrou desde 1990 passando a aproximados
27 kg/per capita/. O consumo de bananas, o exemplo de
excelência, passou de 3,1 kg/per capita/ano para cerca de 10
kg/per capita/ano. O Brasil assim como demais exportadores
mundiais de frutas tropicais certamente terão boas
oportunidades pela frente neste imenso mercado. Dois caminhos
são possíveis: o primeiro via tradicionais importadores -
redistribuidores europeus como Holanda. Neste novo cenário
outro importante país com grande influência regional será a
Alemanha. O segundo caminho é a negociação direta. Esta
embora mais trabalhosa, abrirá grandes oportunidades não
apenas de crescimento das vendas locais, como também, para
países vizinhos. É o caso dos países membros da Comunidade dos
Estados Independentes (CEI), acordo que agrupa maior parte das
ex-repúblicas soviéticas como Rússia e Ucrânia. A boa
receptividade ao povo brasileiro na região é um fator
importante para o estabelecimento de relações comerciais.
Sabemos que o mercado internacional da fruticultura é um dos
mais exigentes do agronegócio e com grande competitividade no
mercado europeu e a conquista destes novos Países pode
alavancar as vendas brasileiras para o mercado externo,
continuando o incremento de nossas
exportações.
Colaboração:
Engenheiro Agrônomo Adriano José Timossi- Analista em
Agribusiness |
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MERCANOTAS Garantia de bons
negócios! |
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O Mercanotas dessa edição apresenta: A
Balança Comercial das frutas frescas . Confira!
A fruticultura brasileira, pelo quinto ano consecutivo,
se mantém superavitária e a balança comercial de frutas
frescas fecha o ano com um saldo de US$ 267 milhões, US$ 110
milhões a mais que o ano de 2002. (Gráfico 1) As
exportações de frutas frescas obtiveram 39% de crescimento em
valor e 21% em volume em relação ao ano de 2002. O incremento
das exportações de frutas foram alavancados com grandes
aumentos das exportações de uva que atingiram a casa de 43% em
volume e 77% em valor ; limão com 56% e 71%; também merecem
destaque: abacaxi (40% e 59%), melão (52% e 54%), manga (29% e
44%) e mamão (38% e 35%) em volume e valor
respectivamente. Ao contrário, as importações sofreram
queda de 27,5% em volume e 18,7% em valor, a Pêra com quedas
de 16% e 32% a maçã com 12% e 21% e a Ameixa com 19% e 17% em
valor e volume respectivamente foram as grandes responsáveis
pela redução das importações brasileiras de frutas frescas.
 Fonte: SECEX/DATAFRUTA - IBRAF
Para saber mais clique
aqui. |
| FLASH!
Fique por dentro do que acontece no
setor! |
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Maçã para o
Canadá
Depois de 10 anos de negociações, o Brasil obteve
do Canadá autorização para exportar maçã. A decisão do
governo canadense resulta da maior aproximação comercial
entre os dois países. O presidente da Associação
Brasileira dos Produtores de Maçã (ABPM), Luiz Borges,
comemorou a decisão. Segundo ele, a negociação com os
canadenses se arrastava desde 1994. Para Borges, as
maçãs brasileiras só terão uma presença mais forte no
Canadá num prazo de dois a três anos. No ano passado,
as exportações brasileiras de maçã representaram 76 mil
toneladas. Em 2004, acrescentou Borges, elas podem
chegar a 100 mil toneladas. "Temos registrado um
crescimento anual entre 10% e 15% nas vendas externas."
O principal cliente do Brasil é a Europa, responsável
por 70% das importações.
Fonte:
Netmarinha |
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NOVO
ASSOCIADO IBRAF
Nossas boas vindas às empresas:
- AGROPECUÁRIA LABRUNIER
- BELLO FRUIT IMP. EXP. LTDA
- GLOBAL FRUIT IND E COM. EXP. IMP. LTDA
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EM ALTA: Música e Frutas do
Brasil

O
Instituto Brasileiro de Frutas e a BM&A – Associação
Brasileira de Música e Artes, firmaram uma parceria para
promoção conjunta das Frutas e da Música
Brasileira.
Durante a Fruit Logística, 05 a 07 de
fevereiro, na coletiva de imprensa especial do Brasil,
estaremos entregando o Catálogo da BM&A, bem como um
CD de música brasileira, com capacidade para até 100
músicas.
Ações semelhantes ocorrerão também nos
eventos em que a BM&A estará participando, com a
divulgação do Programa Brazilian Fruit. Unir dois
segmentos distintos mas totalmente receptivos é uma
estratégia de marketing para mostrar que o Brasil é
forte em vários setores.
O IBRAF e a BM&A
têm projetos apoiados pela Apex-Brasil que incentiva o
entrosamento destes setores.
Para saber
mais: http://www.bma.org.br/ http://www.brazilianfruit.org/ | |
Expediente: Secr. Exec. Valeska de Oliveira /
Colaboração: Eng. Agr. Maurício Ferraz e Rada Alberto Saleh.
INSTITUTO BRASILEIRO DE FRUTAS Av. Ipiranga,
952 - 13° andar - São Paulo - SP - Cep 01040-906 Fone/Fax:
(11) 223-8766 E-mail: faleconosco@ibraf.org.br |
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on-line IBRAF é um noticiário gratuito, enviado periodicamente
por e-mail. Caso não queira mais recebê-lo, favor escrever
para info@ibraf.org.br.
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